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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Novo estudo comprova que ninguém nasce homossexual

Um novo estudo que analisa outras 200 pesquisas sobre orientação sexual e identidade de gênero revelou que não existe evidência científica para afirmar que uma pessoa nasce homossexual, questionando a comum argumentação dos coletivos LGBT. A prestigiosa revistaThe New Atlantis publicou a pesquisa realizada pelos peritos Lawrence Mayer, epidemiologista e membro do departamento de Psiquiatria da reconhecida Faculdade de Medicina da Universidade John Hopkins; e o psicólogo e psiquiatra Paul McHugh, “talvez o psiquiatra mais importante dos últimos 50 anos”, assinala a publicação. O estudo é intitulado “Sexualidade e Gênero: Descobertas das ciências biológicas, psicológicas e sociais”. “Os estudos científicos não corroboram a hipótese de que a identidade de gênero seja uma propriedade inata e fixa do ser humano e independente do sexo biológico; ou seja, que uma pessoa seja ‘um homem preso em um corpo de mulher’ ou ‘uma mulher presa em um corpo de homem’”, assinala a pesquisa.

O editor da revista, Adam Keiper, explica que, “ao examinar pesquisas das ciências sociais, biológicas e psicológicas, esse relatório mostra que algumas argumentações que escutamos com frequência sobre sexualidade e gênero não têm apoio na evidência científica”.

O relatório “tem como tema central as altas taxas de problemas mentais entre a população LGBT e questiona a base científica da tendência do tratamento de crianças que não se identificam com seu sexo biológico”. Os peritos assinalam que, “embora um menino pequeno seja considerado – inclusive por ele mesmo – uma menina, isso não o converte biologicamente em uma menina. A definição científica do sexo biológico é, para quase todos os humanos, claro, binário e estável, o qual reflete uma realidade biológica subjacente que não se contradiz com as exceções à conduta sexual habitual e não pode ser alterada pela cirurgia ou condicionamentos sociais”.

O estudo explica inicialmente que “as provas científicas não respaldam a visão de que a orientação sexual é uma propriedade inata e biologicamente fixa do ser humano: a ideia de que os indivíduos ‘tenham nascido assim’”.

Os peritos também enfatizam que “os estudos comparativos da estrutura cerebral de pessoas transgênero e não transgênero demonstraram a existência de correlações frágeis entre a estrutura cerebral e a identificação transgênero. Essas correlações não constituem uma prova de que a identificação transgênero tenha uma base neurobiológica”.

Sobre os problemas de saúde mental que as pessoas não heterossexuais sofrem, o estudo assinala que elas “têm um risco mais elevado de padecer diversos problemas de saúde geral e saúde mental”. É “especialmente alarmante que na comunidade transgênero a taxa de tentativas de suicídio ao longo da vida e para todas as idades seja calculada em 41%, enquanto é menos de 5% para a população geral dos Estados Unidos”. Em comparação com a população geral, “os adultos submetidos à cirurgia de resignação de sexo” têm “aproximadamente cinco vezes mais probabilidades de tentar se suicidar e 19 vezes mais de morrer através do suicídio”.

Os pesquisadores expressam sua preocupação pelas crianças, e no estudo explicam que “somente uma pequena minoria dos que manifestam uma ‘identificação de gênero cruzada’ durante a infância continuam manifestando-a na adolescência e na fase adulta”, e advertem que “não existem provas de que todas as crianças com pensamentos ou condutas de gênero atípicas devam ser estimuladas a se converter em transgênero”.

No prefácio do estudo, o Dr. Mayer afirma que a pesquisa foi feita pensando no bem-estar das crianças. Acima de tudo, escreve, “dedico às crianças que lutam com sua sexualidade e gênero”.

Em declarações ao National Catholic Register, o Dr. Paul McHugh assinalou que, atualmente, “estamos em um mundo no qual todos dizem ‘Queremos medicina baseada na evidência para tomar um antibiótico’, mas sem evidência também querem fazer coisas radicais com as crianças”.

Os autores assinalam, igualmente, que “a evidência científica recolhida sugere que tenhamos uma perspectiva cética para a afirmação de que os procedimentos de mudança de sexo proporcionam os benefícios que se esperam ou que resolvem os assuntos subjacentes que contribuem com os altos riscos mentais da população transgênero”.

Nas conclusões, os peritos explicam que elaboraram o estudo a fim de que possa ser acessível aos especialistas e ao público em geral; e comentam que, “embora haja muita controvérsia em relação a como a sociedade trata aos membros LGBT, nenhuma visão política ou cultural deve nos desalentar para entender os assuntos clínicos e de saúde pública, para ajudar as pessoas que sofrem de problemas mentais que podem estar relacionados com sua sexualidade”.

Nessa exaustiva investigação, finalizam, “tentamos sintetizar e descrever um complexo corpo de estudos científicos relacionados a esses temas. Esperamos que isso contribua com o debate público sobre a sexualidade humana e a identidade. Sabemos que haverá respostas enérgicas que serão bem-vindas”.


NOTA:
Interessante notar que isso praticamente não passa na grande mídia, a grande mídia silencia. Se o resultado do estudo fosse outro com certeza a mídia faria um grande barulho. Aconselho a todos que se quiserem ficar sempre bem informado leia outros tipos de jornais, não deixe de ler o que você é acostumado a ler, mas leia aquele que seja imparcial.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Cidade de Dhaka, em Bangladesh, fica inundada de sangue

Que sacrifícios de animais era tradição nos tempos bíblico isso todo mundo sabe, mas em Bangladesh na cidade de Dhaka, o sangue gerado a partir da morte de animais para a celebração do Eid-al-Adah, conhecido como "Dia do Sacrifício" na religião muçulmana, gerou enchentes vermelhas que inundaram parte da cidade.




Cerca de 100 mil animais
já foram mortos como parte das comemorações. Em geral, os sacrifícios acontecem nas próprias ruas ou em estacionamentos residenciais e o sangue dos animais mortos tem se misturado com a água da chuva, abundante nessa época do ano, o que ocasionou o surgimento dos "rios de sangue".

A combinação de fatores faz com que moradores caminhem por algumas ruas com a água suja de sangue na altura do tornozelo. Apesar de o Eid-al-Adah ser comemorado anualmente, está é a primeira vez que a cidade fica inundada dessa forma.

Enquanto os moradores reclamam da falta de um sistema eficiente para escoar a água da chuva e o sangue, as autoridades locais argumentam que havia locais destinados especificamente para o abate dos animais, que não foram utilizados pelos moradores, ocasionando a poluição da cidade.



A população argumenta que o governo não divulgou de maneira eficiente a existência dos pontos de sacrifício e também que o grande volume de chuvas dificultou a ida a esses locais.

Com notas deste blog com notícia do O Globo

terça-feira, 29 de março de 2016

Morgan Freeman vai contar a história de Deus na TV


Morgan Freeman vai contar A História de Deus na TV. O ator, que nos cinemas viveu Deus no longa-metragem O Todo Poderoso, foi fundo nomundo religioso para a
série realizada pelo canal National Geografic.
Para tanto, Morgan conferiu de perto o testemunho de cerimônias e rituais religiosos de diversos povos no mundo, viajando e acompanhando tudo, a fim de compreender a necessidade humana de entender o divino.
Ele viajou até o Muro das Lamentações, em Jerusalém, a Árvore Bodhi, na Índia, e foi até as enormes igrejas dos Estados Unidos. Freeman também participou de estudos em laboratório, com o intuito de explorar a relação entre a ciência, a cosmologia e a religião.
Em entrevista à agência de notícias EFE, Morgan Freeman falou que “a religião foi e vem sendo utilizada para justificar os piores genocídios da história”.
“Matar em nome de Deus não exime de culpa.  Acreditar em um  tipo de Deus não é tão importante quanto a relação que você tem com esse Deus”.
O ator também acha importante o lançamento da série, em um momento em que “a religião está mais presente do que nunca no mundo todo".
"Nos últimos meses, viajei para dezenas de cidades e pude me unir a uma oração no Cairo, aprendi a meditar com um líder budista, visitei os templos maias da Guatemala e discuti sobre razão e fé na Academia Papal de Ciência", relatou o ator.
A História de Deus com Morgan Freeman é a exploração épica do ator e uma reflexão íntima sobre Deus. Cada episódio será centrado em uma grande questão sobre o divino: desde o mistério da Criação, o verdadeiro poder dos milagres até a promessa da ressurreição, mistérios universais que têm impacto em todos os povos e todas as religiões. A estreia está marcada para dia 9 de abril no canal pago NatGeo. 

Ofuxico

Grupo de muçulmanos LGBTQI combatem a intolerância dentro da religião: 'Queremos promover a aceitação'


Um grupo de muçulmanos LGBTQI (a sigla abrange os queers, pessoas que não se veem como sendo exclusivamente do gênero masculino ou feminino, e intersexuais, ou hermafroditas) participou do Mardi Gras Gay e Lésbico de Sydney este ano. O objetivo foi conscientizar sua comunidade sobre a
homofobia.
Financiado por doações da entidade Mardi Gras and Lesbians Incorporated, o carro alegórico do grupo tinha 25 pessoas segurando uma faixa com os dizeres “Muçulmanos Contra a Homofobia”.
A organização responsável pelo carro foi a Muslims Against Homophobia Australia (MAHA – Muçulmanos da Austrália Contra a Homofobia), fundada em 2011 para servir de espaço seguro para os muçulmanos LGBTQI.
Alice Aslan, fundadora da organização, disse que as reações à participação do MAHA no Mardi Gras (a terça-feira de carnaval) foram em sua maioria positivas.
“Recebemos mensagens em nossa página do Facebook, e as pessoas ficaram muito contentes de nos ver. Muita gente nos aplaudiu no desfile. Acho que a comunidade gay também nos deu muito apoio”, ela disse ao Huffington Post Australia.
Apesar desse apoio todo, ela disse que muitos outros membros do grupo não participaram do desfile porque não contaram às suas famílias sobre sua identidade sexual e têm medo das reações negativas da comunidade muçulmana.
“Uma parte grande do grupo adoraria participar, mas não o faz por causa do estigma, porque seus pais não sabem, porque não querem envergonhar sua família e porque existe um ambiente homofóbico na comunidade muçulmana.”
Aslan disse que essa relutância é parte da razão por que a organização mantém contato com as pessoas através de uma página secreta no Facebook, na qual apenas muçulmanos queers podem tornar-se membros.
Segundo ela, a maioria dos muçulmanos considera que a homossexualidade é proibida pelo islã, razão pela qual é ainda mais difícil sair do armário.
“Os muçulmanos, em sua maioria, pensam assim. Enxergam a homossexualidade como uma espécie de doença mental.”
Aslan disse que uma ideia prevalente na comunidade muçulmana é que a homossexualidade é uma doença mental que pode ser curada.
“No longo prazo, acho que essa visão tem um impacto negativo sobre a saúde mental deles (os muçulmanos LGBTQI)”, ela disse.
São percepções como essas que o MAHA quer mudar, algo que, segundo Aslan, só pode ser conquistado iniciando-se um diálogo entre a comunidade LGBTQI e a comunidade muçulmana.
“Eles deveriam pelo menos começar a falar de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. No mínimo, deveríamos ter esse diálogo, e a partir dele haverá algum progresso”, ela opinou.
A participação no desfile do Mardi Gras é uma tática importante do MAHA. Em 2011, a burca com lantejoulas desfilada pelo grupo chamou alguma atenção.

Queremos chamar a atenção das pessoas para contestar a homofobia na comunidade muçulmana e promover a aceitação”, diz Aslan.
“Receber atenção crítica é muito melhor, e com o tempo levará a avanços.”
Aslan aconselha os jovens muçulmanos LGBTQI a procurarem as pessoas do MAHA e outras organizações semelhantes.
“Sem essas organizações, as pessoas não sabem o que fazer e acabam não conseguindo o apoio de que necessitam.”
Ela espera que em algum momento seja criada uma organização oficial e única que tenha o apoio do governo, que dê apoio às pessoas e as coloque em contato com outras.
“Dessa maneira elas sentirão que ser gays ou lésbicas é ok e que há outras pessoas como elas.”
Para Aslan, embora esse processo seja lento, o simples fato de iniciar um diálogo na comunidade muçulmana na Austrália já representa um passo na direção certa.

Fonte: BrasilPost

Jornais informam que padre teria sido crucificado na Sexta-Feira Santa


A mídia europeia está noticiando que o líder cristão Thomas Uzhunnali, 56, de origem indiana, foi crucificado pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na sexta-feira (26). Ele trabalhava com uma missão católica no Iêmen.
O padre católico indiano fora sequestrado por terroristas ligados ao EI no Iêmen no início deste mês. Como uma forma de ridicularizar a pequena comunidade cristã iemenita, o padre foi crucificado na sexta-feira santa, data que a maior parte dos cristãos do mundo lembrava a
Páscoa.
Thomas era responsável por um asilo na cidade de Aden, no sul do país. Segundo relatos, na ocasião, os jihadistas atacaram o local e mataram pelo menos 15 pessoas, em 4 de março. Entre os mortos estavam quatro freiras. No ano passado, a igreja mantida pela missão que ele trabalhava foi incendiada por terroristas que exigiam que os missionários saíssem do país. Eles se recusaram.
De acordo com o arcebispo de Viena, Christoph Schönborn, a Igreja Católica admite que o padre foi torturado e crucificado. Falando sobre os recentes ataques a cristãos no Iêmen (cerca de 0,01% da população), o secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, afirmou que o papa Francisco “ficou chocado e profundamente entristecido ao saber destes ato de violência sem sentido e diabólicos”.
As autoridades iemenitas não se pronunciaram sobre o caso, pois o país atravessa uma guerra civil e o governo não tem mais controle sobre parte do seu território. Embora pouco divulgado no Brasil, a guerra no país se desenvolve há dois anos.
O governo russo apoia os iranianos que estão por trás do movimento dos houthis, um grupo islâmico xiita. O presidente iemenita, Abed Rabbo Mansour Hadi, fugiu do Iêmen e pediu exílio na Arábia Saudita.
Do outro lado, estão soldados de uma coalizão, que conta com a presença de Emirados Árabes, Catar, Bahrein e Egito. Esses, por sua vez, são apoiados pelos Estados Unidos.
Aden passou a ser temporariamente a capital do Iêmen, após Sanaa (capital oficial) cair nas mãos dos rebeldes, em setembro de 2014. Há registros que grupos radicais como a Al-Qaeda fazem constantes ataques à região de Aden. Eles já haviam pedido o extermínio dos judeus e cristãos no paísCom informações de Daily Mail

Nota do Gospel Prime

A matéria foi divulgada em jornais do mundo todo a partir dos relatos do arcebispo de Viena. Segundo o site católico ACI, dom Paul Hinder, Vigário Apostólico da Arábia do Sul, desmentiu a morte do padre e disse que ele permanece em poder dos sequestradores.
Tudo teria sido uma informação divulgada apressadamente pelo Arcebispo de Bangalore (Índia), dom Bernard Mora. Como o Iêmen encontra-se em guerra, existe uma dificuldade de comunicação. Até o momento o Vaticano não divulgou nenhum desmentido.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, é agredido por fiel durante missa


O arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, foi agredido na manhã desta quinta-feira (24), durante missa que marcou o início das celebrações de Páscoa na Catedral da Sé, no centro de SP.

A missa começou às 9h e estava lotada por conta da celebração do crisma. Uma mulher que assistia a missa tentou subir ao altar durante a missa, mas foi contida por seguranças.Ao final, Dom Odilo falou com
a mulher por alguns instantes e quando virou para cumprimentar os padres presentes, a mulher o agrediu e conseguiu agarrar Dom Odilo pelas costas. Ela chegou a arranhar o rosto do arcebispo.
Os dois caíram no chão e pessoas que estavam próximas tiveram de retirar da mão da mulher os óculos de Dom Odilo. O incidente ocorreu após a celebração da comunhão, que contou com a presença de 400 padres da Arquidiocese de São Paulo, que renovaram seus votos sacerdotais.
De acordo com a assessoria de imprensa da arquidiocese, o arcebispo irá celebrar a missa de lava-pés normalmnete às 19h desta quinta-feira.
Para assistir o momento do ataque clique Aqui
VIA: JovemPan

terça-feira, 22 de março de 2016

Série promete mostrar o "submundo" dos evangélicos gera polêmicas


O canal de TV norte-americano Bounce lançou este mês o seriado “Saints & Sinners”, que tem como premissa os bastidores de uma igreja evangélica. O material promocional, contudo, promete revelar “dinheiro, sexo e assassinato” no ambiente eclesiástico.
O primeiro episódio, com o título de “Power is our religion” [Poder é a nossa religião], teve 1,5 milhões de espectadores. Um número bastante significativo para um canal pequeno e a cabo, batendo recordes na emissora. De maneira especial por que vai ao ar às 9 da manhã, reprisado às 8 da noite dos domingos. Não é coincidência que nesses horários a maioria dos evangélicos nos EUA está no culto.
O ator Richard Lawson interpreta o pastor, que lidera uma igreja de tradição batista voltada para a comunidade negra em uma cidade da Georgia.
O pastor Johnson (Richard Lawson) tem um segredo, envolvendo um mau elemento da cidade (Clifton Powell); sua esposa (Vanessa Bell Calloway) e a prefeita (Gloria Reuben); sua filha (Jasmine Burke), tem um
segredo envolvendo o regente do coro (Keith Robinson) e Levi, o homem de confiança do pastor (Christian Keyes).
Os oito episódios da primeira temporada prometem abordar questões como ganância, trapaças, a corrupção eclesiástica e política, além de falar sobre assuntos como o movimento LGBT.  Ao mesmo tempo, há histórias de redenção como a do pastor e a de Levi, que se assemelha à parábola do filho pródigo.
Grupos cristãos que monitoram a programação televisiva já anunciaram que não gostaram da abordagem, que parece lançar descrédito sobre as igrejas de modo geral. Esse tipo de pressão não pode ser ignorado.
O caso mais recente de um programa que desagradou esse tipo de público foi o seriado Of Kings and Prophets [Sobre Reis e Profetas]. Produzida pela ABC, canal que pertence ao grupo Disney, a aposta da emissora foi gerar uma espécie de “Game of Thrones” bíblico, usando a história de Davi como fundo, estava recheada de sexo e mortes.
A primeira temporada tinha 15 capítulos gravados. Contudo, por causa da baixa audiência acabou cancelada depois que o segundo foi ao ar. Com informações de LA Times